quinta-feira, 21 de maio de 2026

Tou de saco cheio!


O mundo tá chato pra caralho mesmo. Saudade daquela escola onde a molecada era cruel, mas honesta, e a vida seguia. A menina magrela virava “Olivia Palito”, o gordinho era “barriga de soro azedo”, o louro “diarreia”, o ruivo “fogo”, o baixinho “tamborete de forró”, e quem chorava virava alvo até aprender a revidar ou ignorar. Isso construía casca. Hoje, um apelido vira “bullying”, “violência simbólica” e reunião com psicólogo. A mesma cultura que acha que criança de 8 anos já tem que escolher pronome acha que chamar gordo de gordo é trauma pra vida toda. É ridículo.

Não pode falar a verdade inconveniente. “Gordola”, “gordo”, “obeso” viraram palavras proibidas. Tem que ser “pessoa em corpo maior”, “gordx”, “corpo positivo”. Enquanto isso, a obesidade explode, o diabetes tipo 2 em jovens também, e o sistema de saúde geme. Body positivity começou como “aceita teu corpo” e virou “celebra morbidade, nega a biologia e processa quem fala a verdade”.

Contradição braba: a mesma galera que grita “saúde mental” incentiva hábitos que destroem saúde física e mental. Aceitar a realidade (excesso de gordura faz mal) não é ódio, é o mínimo de respeito. Mentir pra alguém é desprezo disfarçado de bondade.

Homem biológico (com pênis, força superior, densidade óssea diferente) se veste de mulher, entra no banheiro feminino e mija na frente de meninas e adolescentes. Ou no vestiário. Ou na prisão feminina. Ou compete em natação, boxe, ciclismo, halterofilismo feminino.

Isso não é “inclusão”. É apagamento das mulheres. O esporte feminino existe exatamente porque existem diferenças sexuais médias gigantescas (força, velocidade, resistência, alcance, etc.). Negar isso não é progressismo, é vandalismo contra o bom senso e contra as conquistas do feminismo real. Mulheres estão perdendo medalhas, bolsas, oportunidades e, pior, segurança e privacidade. Casos documentados de homens trans expondo pênis em vestiários de escola, de estupros em prisões femininas e de recordes femininos sendo destruídos viraram rotina.

A contradição é grotesca: o movimento que gritava “meu corpo, minhas regras” e “acredite nas mulheres” agora diz que mulher é “quem se identifica como mulher” e que mulher que reclama é “fascista”. Martina Navratilova, Riley Gaines e biologistas são atacados por dizerem o óbvio: sexo é binário na nossa espécie (quase 100% dos casos). Sentimento subjetivo não muda cromossomos, gametas nem estrutura corporal.

Saudade de quando piada era piada. Hoje, humorista é cancelado por piada politicamente incorreta. Stand-up virou terapia grupal. O mundo era mais leve quando ríamos de tudo, inclusive de nós mesmos.

Não pode dizer que uns correm mais, outros tiram nota melhor ou que alguns grupos têm médias diferentes em certas coisas. Tem que forçar resultado igual (DEI, cotas radicais). Resultado: pilotos de avião, cirurgiões e engenheiros selecionados por checklist identitário em vez de competência. A ponte cai do mesmo jeito.

Universidade e big tech enchem a boca de “diversidade”. Mas se você questiona imigração descontrolada, diferenças biológicas ou os efeitos colaterais dos bloqueadores de puberdade em menores (Suécia, Finlândia, Inglaterra recuaram depois de ver os dados), você é expulso. Diversidade de pele, sim. De pensamento, não.

Geração frágil. A mesma que quer “desconstruir gênero” desde o berçário protege criança de apelido. Resultado: recorde de ansiedade, depressão e jovens que acham que discordância é violência.

Marca adota bandeira trans ou “gordofobia zero”, perde faturamento bilionário (Bud Light, Disney, etc.) e finge surpresa.

O que tá acontecendo é simples: uma ideologia que coloca sentimento acima da realidade material, e que trata discordância como pecado. Transformou o mundo numa creche gigante onde ninguém pode ser chamado pelo que é, ninguém pode perder, ninguém pode ser zoado e, principalmente, ninguém pode rir livremente.

A vida fica chata quando proíbem a honestidade bruta. Saudade daquela escola onde o mundo era duro, mas verdadeiro, e a gente aprendia a lidar com ele. O pêndulo está voltando, cada vez mais gente está cansada dessa palhaçada. Realidade não é opcional. Homem não vira mulher. Gordo continua gordo. E apelido maldoso às vezes era só brincadeira de criança.

Vamos voltar a chamar as coisas pelo nome. O resto é teatro ou "dissonância cognitiva". Arre égua!

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